Weme Experience Stanford #Dia2: Quer construir algo relevante para as pessoas? Comece indo “para a rua”

O Design Thinking é construído em cinco etapas fundamentais: empatia, definição, idealização, prototipagem e teste.

A empatia é o início do trabalho, e significa basicamente sentir o que outra pessoa está sentindo. É a base do processo de human centered design; Através de um entendimento profundo das pessoas é possível realmente pensar, “desenhar” e implementar algo que seja relevante para os seres humanos.

Para exercitar o processo de empatia é importante: viver experiências como um usuário, observar o comportamento das pessoas no contexto de suas vidas e interagir estabelecendo conversas.

Através da observação e de entrevistas é possível construir uma imagem sobre as motivações dos usuários baseando-se no que eles falam, pensam e sentem.

Um processo construtivo é começar a observação por análises mais concretas de situações específicas, para pensamentos sobre as emoções e motivações mais abstratas que se passam nestas cenas observadas: o que as pessoas estão fazendo, como estão fazendo, e por que estão fazendo. O ponto principal é caminhar da observação para a inferência. E isso é saudável no processo.

Sobre as entrevistas, quatro pontos são fundamentais: seja humano, converse, busque histórias e fale sobre sentimentos.


Modelo com as etapas fundamentais de uma entrevista.

Resumindo, quer desenvolver algo para as pessoas, “vá para a rua” e viva um pouco. Esta é a mensagem do dia de hoje.

Depois de receber o desafio de remodelar a experiência de turistas na cidade de San Francisco, as atividades do segundo dia aconteceram, na verdade, nas ruas de San Fran.

Após observar e conversar com diversas pessoas — moradores e turistas — no entorno de Fisherman’s Wharf (famoso ponto turístico da cidade), e com a equipe da rede Hyatt de hotéis (patrocinadores do projeto), o ponto seguinte foi analisar as informações coletadas e partir para a definição do problema.

Definir o problema é a segunda etapa no processo de design thinking. É o momento de sintetizar as informações de forma a reunir os principais aspectos do desafio ou da oportunidade: de quem estamos falando, quem são essas pessoas, o que chamou a atenção nas observações e conversas, e o que transformaria a vida dessas pessoas — não as soluções, mas que tipos de desafios precisam ser superados.

Para inspirar as equipes, as reuniões de times na etapa de definição aconteceram em um espaço com a melhor vista possível da cidade de San Francisco: o 36º andar do hotel Hyatt, no centro da cidade.


Vista do 36 º andar do Hyatt Hotel San Francisco.

No trabalho de hoje, dentre as diversas observações e conversas, a entrevista de uma família norte-americana de uma pequena cidade do interior do país e de um jovem casal de holandeses chamou a atenção para o fato de que mais do que pontos turísticos famosos, estas pessoas querem viver experiências realmente autênticas, simples e únicas em cada cidade que visitam. Ficou o desafio: como oferecer para estas pessoas a oportunidade de experimentar a verdadeira personalidade de San Francisco.


Como oferecer para os turistas a oportunidade de experimentar a verdadeira personalidade de San Francisco foi o desafio proposto, no 2º dia do curso de Design Thinking da Stanford.

Amanhã é dia de trabalhar na geração e avaliação de ideias, na criação de protótipos, no teste das soluções propostas e de trazer mais informações por aqui.

Até!

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